Quando Jesus ainda era vivo a Páscoa já era comemorada por ele e por todos os Judeus. Desta forma a páscoa originalmente não era uma comemoração relacionada a vida de Jesus ou a sua morte. Jesus e todos os outros judeus iguais a ele comemoravam a libertação do povo de Israel do Egito.
Na época Deus havia lançado 10 pragas sobre o Egito e a última delas dizia que o anjo da morte passaria sobre as casas do Egito e mataria todos os primoênitos egípcios. O primogênito seria o filho mais velho de cada família. Para escapar o povo de Israel deveria matar um cordeiro para passar o seu sangue na porta de casa. Os filhos mais velhos que moravam nas casas onde não tinham a marca de sangue foram mortos e com isto o Faraó resolveu libertar os Judeus.
É exatamente por isto que Jesus é chamado de Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. O primeiro cordeiro na historia morreu para livrar os Judeus da escravidão do Egito. O Segundo cordeiro é Jesus, um filho de Deus que derrama o seu sangue para libertar as humanidade do pecado, do mal, dos erros.
Com relação aos rituais, festas, penitencias, jejum, podemos dizer o seguinte: O objetivo da religião é conduzir o homem a Deus; ora, o homem não chega a Deus senão quando está perfeito; portanto, toda religião que não torna o homem melhor, não atinge seu objetivo; (…) A crença na eficácia dos sinais exteriores é nula se não impede que se cometam homicídios, adultérios, espoliações, calúnias e de fazer mal ao próximo em que quer que seja. Ela faz supersticiosos, hipócritas e fanáticos, mas não faz homens de bem. Não basta, pois, ter as aparências da pureza, é preciso antes de tudo ter a pureza de coração
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